Você já parou pra pensar o que te leva a fazer as coisas que você faz, e não outras coisas? Por que sua vida segue em determinada direção e não em outra? Este é o tema da palestra abaixo, em que Tony Robbins discute sobre os fatores que vivem motivando nossas ações e muitas vezes não temos ciência deles.
Neste tópico polêmico, analiso os sexos masculino e feminino (se houver outro, me avise) em igualdade pra justificar a visão de que estes podem e devem desfrutar dos mesmos direitos e deveres. Por mais que esta posição seja aceita atualmente como o ideal de justiça entre os gêneros, ainda se percebe que as mulheres ganham menos no mercado de trabalho que os homens. Se quer saber o que eu acho, veja aí:
Toda mercadoria que consumimos vem de algum lugar. Ou melhor, devido a nossa economia ser global, os recursos para a produção das mercadorias costumam vir de vários lugares e passar por diversas etapas de produção. As matérias-primas são extraídas da natureza, cujo constante processo de extração deteriora os recursos naturais. Como os recursos naturais são finitos, chegará uma hora que a própria natureza colocará um fim ao atual modo de produção da nossa sociedade, já que a reciclagem abrange apenas uma pequena parte do processo produtivo. Nesse sentido, o vídeo abaixo mostra como o consumismo desenfreado das pessoas leva a falta de sustentabilidade e gera consequências desagradáveis tanto para o meio-ambiente como para a vida das pessoas.
Esse tema é de interesse quase universal, já que se aplica a todo mundo. A primeira vista, qualquer um sabe que toma as próprias decisões, já que a todo momento está realizando escolhas nas mais diversas dimensões da sua vida: “tomar café ou leite? Praticar esporte ou estudar? Matar tempo com os amigos ou na internet? Sair com a pessoa A ou B? Que tipo de trabalho vai fazer pra ganhar dinheiro? Cospe ou engole?”. Enfim, as escolhas são tantas que não vale a pena citar as demais possibilidades, mas em todas elas você pode, por sua própria experiência, ter a sensação que está no controle das suas decisões. No entanto, tá na hora de tirar o doce da sua boca. Na palestra abaixo, o autor mostra alguns resultados de suas pesquisas que desafiam a nossa lógica intuitiva, uma vez que revelam que não somos tão racionais como acreditamos ser quando tomamos as decisões.
Muito se discute hoje em dia sobre o impacto da atividade humana na natureza. E o foco principal dessa discussão gira em torno da tese que o excesso de poluição e desmatamento estaria contribuindo pra elevar a média da temperatura global do planeta, uma variável que se cogita estar relacionada inúmeros desastres naturais. Essa preocupação evidencia a necessidade de se lutar por uma causa ecológica, o que faz muitas pessoas agirem e praticarem ativismo pra defender um mundo sustentável.
Devido a esta mobilização de esforços, expandiu-se a produção de muitos documentários com o objetivo de conscientizar a população. Nesta linha, um dos que merece grande destaque é o Home, pois consegue dentro de uma lógica didática e sistêmica mostrar a destruição que a humanidade tem praticado contra a natureza. E é se baseando nestes argumentos que Al Gore defende na palestra abaixo uma ligação com o Aquecimento Global e a necessidade de se aplicar medidas políticas pra prevenir seus efeitos destrutivos.
A palestra abaixo (legendada em português) faz uma crítica muito bem fundamentada sobre a influência do excesso de burocracia na nossa sociedade. O palestrante baseou sua linha de raciocínio defendendo a tese que a habilidade moral das pessoas está sendo desgastada por causa do excesso de confiança em regras, já que estas privam a oportunidade de improvisar e aprender com isso.
A humanidade está sempre tentando entender e explicar o mundo que vive. Seja através da ciência, da religião ou de mitos, as pessoas buscam respostas para os eventos da natureza. Mas foi graças ao avanço científico que pudemos compreender e pensar em coisas que antes seriam inimagináveis, inclusive a de nos situar no universo que vivemos.
Geralmente, quando falamos do nosso mundo, pensamos inicialmente no nosso planeta (o que não é um equívoco), mas basta dar uma breve olhada nas estrelas pra perceber que o nosso mundo é apenas uma pequena parte do mundo real. A animação abaixo mostra que tanto a dimensão do nosso planeta quanto a importância humana pro destino do universo são basicamente insignificantes.
O objetivo mais óbvio da educação é evitar a ignorância, tendo em vista que eliminar comportamentos rudes facilita o convívio social e leva a um futuro melhor. Embora o círculo de convivência (família e amigos) seja o principal meio por onde somos educados, as escolas também têm o dever de nos preparar pra saber operar informações necessárias em nossas vidas. Dito de outro modo, elas existem pra suprir ou complementar a educação que recebemos de berço.
É com base nessa premissa que os currículos escolares pelo mundo têm se focado em ensinar (através de inúmeras tarefas mecanizadas e repetitivas) conteúdos voltados a atender as necessidades do mercado de trabalho. Tal busca profissionalizante procura ensinar basicamente conteúdos técnicos, muitas vezes ignorando conhecimentos humanitários necessários para o convívio social. E é com essa postura que as escolas têm se distanciado do papel básico da educação.
Como a criatividade é a capacidade de inovar, de ver e fazer as coisas de uma maneira diferente, poderia ajudar bastante a humanidade criar maneiras melhores de viver no mundo. No entanto, o ensino puramente técnico tem limitado a criatividade das pessoas, fazendo muitos talentos se perderem na escola. Essa é a principal crítica da palestra abaixo (legendada em português).
Quem viu o filme Minority Report de Steven Spielberg vai notar que toda a gama de tecnologia gestual apresentada na trama (projetada nela para ocorrer daqui a meio-século) está prestes a se tornar realidade com as chamadas tecnologias de sexto-sentido.
Essa invenção promete tanto pintar o mundo real com as informações do mundo virtual quanto projetar o nosso mundo físico no ambiente virtual. Tal fusão da computação com as coisas do quotidiano irá aumentar a interatividade da nossa sociedade com a informação, criando meios mais intuitivos de manipulá-la.
O vídeo abaixo (legendado, mas ainda não em português) mostra algumas das inúmeras possibilidades de uso das tecnologias de sexto-sentido.